Margem de erro
Já temos a percepção da grande margem de erro que o trabalho de base em Pilates permite. Esta margem de erro exprime-se nos resultados positivos que temos com os nossos alunos em aula de grupo e nos resultados que conseguimos ao aplicar de forma mais ou menos uniforme as sequências de reformar e ou de mat aos nossos alunos individuais.
No entanto, só é possível aplicar esta margem de erro a uma população que tenha uma condição física com a mesma extensão de margem de erro. Quando estamos a trabalhar com população com necessidades especiais, nomeadamente atletas com algum nível de performance, indivíduos com um quadro de dor ou de pós- recuperação, indivíduos que apresentem algum tipo de debilidade física acentuada, em casos como estes a margem de erro disponível para trabalhar é bem mais apertada.
Assim, parece-me ser necessário contar com abordagens de avaliação e rastreio do risco individual, bem como abordagens de intervenção mais especificas e objectivas. Devemos diminuir as margens de erro com que trabalhamos para aumentar e acelerar os resultados do nosso trabalho.
No entanto, só é possível aplicar esta margem de erro a uma população que tenha uma condição física com a mesma extensão de margem de erro. Quando estamos a trabalhar com população com necessidades especiais, nomeadamente atletas com algum nível de performance, indivíduos com um quadro de dor ou de pós- recuperação, indivíduos que apresentem algum tipo de debilidade física acentuada, em casos como estes a margem de erro disponível para trabalhar é bem mais apertada.
Assim, parece-me ser necessário contar com abordagens de avaliação e rastreio do risco individual, bem como abordagens de intervenção mais especificas e objectivas. Devemos diminuir as margens de erro com que trabalhamos para aumentar e acelerar os resultados do nosso trabalho.
E quais as formas de avaliação que podemos utilizar para determinar o tipo mais apropriado de abordagem a utilizar? Já vimos alguma coisa no curso mas se pudessemos focar ainda mais nessa parte acho que seria muito bom. Para mim pelo menos faria sentido.
ResponderEliminarPois é Marco, essa tem sido a minha busca desde o princípio. Na minhas cabeça, e na minha prática, já tenho algumas ideias alinhadas nesse sentido, mas nada ainda suficientemente estruturado para poder usá-lo na formação com segurança. Eu fui, com o Bruno, fazer a primeira parte da formação em Functional Movement Systems, do Gray Cook. Esta parece-me uma abordagem muito boa e que pode servir de base para um sistema de avaliação inicial e de avaliação contínua. Tenho aqui muita informação sobre este assunto e gostava de poder passar-vos o sistema base de Functional Movement Screen. Falaremos sobre isto no seminário com certeza. Entretanto se quiserem podemos ir falando por aqui pelo estúdio.
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