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A mostrar mensagens de janeiro, 2023

Biotensegridade aplicada 2 - Joelho valgo etc…

Cliente com bom, talvez demasiado, tónus muscular, “malhada”. Apresenta joelho valgo e já inchado, joanete insipiente no mesmo lado e escoliose lombo-torácica com concavidade do lado desta mesma perna. Sempre fez reforço muscular do tronco (trabalho concêntrico anterior e posterior) para reforçar o tronco, “reforçar o core”. Minha leitura: Vou facilitar o corpo, ajudando na sua reconfiguração, se subir a caixa torácica - o tal do spine back. Todo o trabalho do tronco feito de forma excêntrica, privilegiando a abertura posterior dos espaços intercostais. Esta ação irá promover a reconstrução de um suporte superior no tronco que permite a “descompressão” da lombar para baixo, ajudando a mais facilmente sustentar o arco interno do pé - melhora o joanete - e o arco interno dos membros inferiores - melhorando o valgo do joelho. Resultado da aplicação do treino: A sensação de crescimento em altura é notória depois da aula, há uma enorme leveza geral do tronco, a perna mais afetada parece bem...

A minha história com o ombros (cont.)

Na continuação da exploração trabalho a que chamei de alongamento da superfície das costas a partir dos ombros, já tinha chegado à conclusão que me estava a aproximar do conceito de “spine back”. Percebo agora que a ação de subida dos ombros que “encontrei” no início, agora sinto-a refletida na “subida” da caixa torácica. Esta subida, quando feita posteriormente resulta na abertura das costelas umas relativamente às outras, como acontece como resultado do movimento dos intercostais na inspiração. Neste momento é onde estou, na abertura do espaço intercostal que promove a subida de toda a grelha costal (em todo o redor do corpo), promovendo a sua função de sustentação superior do corpo ou de redistribuição da tensão pela zona do tórax em vez de ficar pela zona do pescoço ou da cintura (lombar).  Esta “subida” do tórax posterior é, para mim, neste momento, o que se quer com a ação de spine back.