A minha história com o ombros (cont.)

Na continuação da exploração trabalho a que chamei de alongamento da superfície das costas a partir dos ombros, já tinha chegado à conclusão que me estava a aproximar do conceito de “spine back”. Percebo agora que a ação de subida dos ombros que “encontrei” no início, agora sinto-a refletida na “subida” da caixa torácica. Esta subida, quando feita posteriormente resulta na abertura das costelas umas relativamente às outras, como acontece como resultado do movimento dos intercostais na inspiração. Neste momento é onde estou, na abertura do espaço intercostal que promove a subida de toda a grelha costal (em todo o redor do corpo), promovendo a sua função de sustentação superior do corpo ou de redistribuição da tensão pela zona do tórax em vez de ficar pela zona do pescoço ou da cintura (lombar).  Esta “subida” do tórax posterior é, para mim, neste momento, o que se quer com a ação de spine back.

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