The Elusive Obvious
Sobre este livro:
(https://www.feldenkraisnow.org/theelusiveobvioa.html)
"In a Feldenkrais lesson people are invited to be present to themselves as they explore awareness in action through “small, soft, slow” more or less familiar movement-patterns"
Awareness in action - Gosto muito desta descrição! Processo de exploração de como o nosso processo de consciência se processa, conseguir quase posicionarmos-nos como uma terceira pessoa que consegue funcionar como um observador externo do nosso próprio processo de vida. E são tantas as fontes de influência deste processo... ter consciência destas fontes, saber de onde vem o nível de consciência a que consigo aceder é incrível.
The aim: Giving people opportunities for learning to trust their own experience
Esta é outra das pequenas/ grandes "coisas" que me fascinam nesta abordagem, neste método e na forma de pensar do Moshe Feldenkrais. Ter a capacidade para enfiar no próprio processo, na próprias experiência. Isto dito assim até parece ridículo: como é que eu preciso de desenvolver a capacidade de crer nas minhas próprias experiências? Quando e onde e porquê deixei de acreditar nas minhas próprias experiências e comecei a guiar-me pelas experiências de outros... que coisa mais ridícula mas tão acertada e bem observada. Qualquer animal, além do ser humano, sempre se guia pelas suas próprias experiências e apenas por elas. Nós, condicionados como somos desde nascença a fazer o que nos impõem, a fazer igual ao que é socialmente aceite ou comunitariamente aceite (sendo a família ou ou pequeno grupo a comunidade), acabamos por aprender que as nossas experiências, informadas pelos nossos sentidos, a nossa percepção, não são válidos ou tão válidos como as experiências de quem "manda". E por ai vamos o resto da vida à espera de instruções para nos movermos, instruções externas, algo.
Either we despair about our apparently inescapable predicament and ultimate fate resulting from having no choice but to destroy ourselves and all life on earth; or we accept the elusively obvious fact that, as human beings, we have the possibility of claiming our much vaunted freedom of will as a birthright, as Feldenkrais says; in other words choose to stop behaving as if we were laboratory rats.
BINGO!
how and why the stress response runs haywire and can take on a self-replicating life of its own
This is a great model for understanding why we end up in a rut, and then dig ourselves deeper and deeper into that rut… We are lousy at recognizing when our normal coping mechanisms aren’t working. Our response is usually to do it five times more, instead of thinking: maybe it’s time to try something new.
He was only too aware that spoken and written communication, which has to proceed word by word in lineal fashion, cannot help but break up Reality into units which we then treat as real.
As palavras...ai as palavras! As palavras e o seu poder oculto
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