Coluna Lombar - Pilates
Sabemos que o Psoas tem fibras superiores cuja ligação proximal de faz na face anterior-lateral dos corpos das vértebras L1 a L3, bem como nas apófises transversais destas. As fibras inferiores têm ligação proximal na face anterior-lateral dos corpos das vértebras L4, L5 e Sacro. Devido ao ângulo que estas fibras fazem relativamente à bacia, nas 3 primeiras vértebras lombares acentuam a acção da coluna, sendo flexoras quando a coluna estás em flexão e extensoras quando a coluna está em extensão. Em L4, L5 e Sacro, devido ao mesmo ângulo, a acção do Psoas é sempre de extensão ou báscula anterior destas vértebras. Este facto tem inúmeras implicações no trabalho da coluna lombar que é um elemento central em Pilates e no movimento geral do corpo...
No movimento de Roll up, por exemplo, para que haja uma continuidade de alinhamento e centralização articular entre as lombares e sacro, é necessário que, no momento de flexão da coluna lombar, a bacia entre em retroversão através de uma acção que não aproxime a bacia da grelha costal, como acontece quando o reto abdominal é activado para conseguir aquela acção. Aqui queremos que o movimento de retroversão aconteça por acção do adutor mais posterior que é também extensor ao nível da coxo-femural e também pela própria ação do psoas. Como as pernas estão paradas no chão, esta acção de extensão da coxo-femural vai levar a bacia em retroversão. Assim, consegue-se que as vértebras L4, L5 e sagradas entrem também em flexão, façam báscula posterior, e fiquem alinhadas com as outras lombares. Importante perceber que este movimento descrito acontece durante o Roll up (e outros movimentos de Pilates como o neck pull ou os exercícios realizados na short box do reformer) e que deve ser seguido por uma ação de flexão da coxo-femural, tendo como ponto fixo os membros inferiores em rotação interna (ou paralelos). Esta flexão da coxo-femural vai voltar a colocar as vértebras lombares alinhadas em extensão (ou "neutro"). Este movimento de flexão lombar não deve ser forçado, ele acontece naturalmente na sequência da subida do tronco do chão. O resto do movimento de ida à frente, sobre as pernas, é feito, sobretudo pela continuação da flexão coxo-femural e não pelo acentuar da flexão da coluna.
Em qualquer movimento de Flat Back, por exemplo na short box do reformer, é importante que as vértebras ao longo da lombar e sacro permaneçam alinhadas durante o movimento. Assim, no regresso da extensão (da ida atrás) é importante libertar o reto abdominal para que as vértebras de L1 a L3 não fiquem em flexão, estando as seguintes, da L4 até ao sacro, em extensão. Podemos ver este movimento muito bem executado pela Romana no bednazium com a rollback bar (video).
Nas posições de pronação, as vértebras lombares ficam, normalmente linhadas em extensão quando não haja nenhuma acção de flexão do tronco ou de báscula posterior da bacia. Daí que esta seja uma posição onde, normalmente, quem tem instabilidade lombar se sinta bem.
No movimento de Roll up, por exemplo, para que haja uma continuidade de alinhamento e centralização articular entre as lombares e sacro, é necessário que, no momento de flexão da coluna lombar, a bacia entre em retroversão através de uma acção que não aproxime a bacia da grelha costal, como acontece quando o reto abdominal é activado para conseguir aquela acção. Aqui queremos que o movimento de retroversão aconteça por acção do adutor mais posterior que é também extensor ao nível da coxo-femural e também pela própria ação do psoas. Como as pernas estão paradas no chão, esta acção de extensão da coxo-femural vai levar a bacia em retroversão. Assim, consegue-se que as vértebras L4, L5 e sagradas entrem também em flexão, façam báscula posterior, e fiquem alinhadas com as outras lombares. Importante perceber que este movimento descrito acontece durante o Roll up (e outros movimentos de Pilates como o neck pull ou os exercícios realizados na short box do reformer) e que deve ser seguido por uma ação de flexão da coxo-femural, tendo como ponto fixo os membros inferiores em rotação interna (ou paralelos). Esta flexão da coxo-femural vai voltar a colocar as vértebras lombares alinhadas em extensão (ou "neutro"). Este movimento de flexão lombar não deve ser forçado, ele acontece naturalmente na sequência da subida do tronco do chão. O resto do movimento de ida à frente, sobre as pernas, é feito, sobretudo pela continuação da flexão coxo-femural e não pelo acentuar da flexão da coluna.
Em qualquer movimento de Flat Back, por exemplo na short box do reformer, é importante que as vértebras ao longo da lombar e sacro permaneçam alinhadas durante o movimento. Assim, no regresso da extensão (da ida atrás) é importante libertar o reto abdominal para que as vértebras de L1 a L3 não fiquem em flexão, estando as seguintes, da L4 até ao sacro, em extensão. Podemos ver este movimento muito bem executado pela Romana no bednazium com a rollback bar (video).
Nas posições de pronação, as vértebras lombares ficam, normalmente linhadas em extensão quando não haja nenhuma acção de flexão do tronco ou de báscula posterior da bacia. Daí que esta seja uma posição onde, normalmente, quem tem instabilidade lombar se sinta bem.
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